Flores

Tal como faz a abelha à flor, que sem ferir o aroma e a cor, vai embora levando o néctar, assim viva o sábio na comunidade.

Não as imperfeições dos outros, não o que fizeram ou não, mas em nós próprios apontemos o que foi feito ou não o foi.

O aroma da flor não vai contra o vento, nem do sândalo, almíscar ou jasmim. Mas o aroma dos bons vai contra o vento: todos os lados perfuma o virtuoso.

Tal como num monte de lixo jogado na beira da estrada pode crescer a flor de lótus, com doce perfume e formosa, igualmente, entre a escória humana, entre cegos, entre infelizes, brilha, pelo saber, radiante, o pupilo do Iluminado.

Deixe um comentário